| Resistência a mudanças - o desafio das mudanças em TI |
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Assim como as pessoas, os sistemas gostam de permanecer como estão, não gostam de mudar. O primeiro pensamento que me vem à mente, em relação ao título deste artigo, já se tornou até clichê: as pessoas são resistentes a mudanças. Não há dúvidas disso, porém não é intenção deste texto enveredar para a área de psicologia; trata-se apenas de uma ligação com o tema de mudanças relacionado a TI, ou ao gerenciamento de mudanças da ITIL. Será então que este autor está fora de si? Talvez, mas o elo que busco é o de associar a resistência a mudar que as pessoas têm com a resistência que os sistemas têm em sofrer mudanças sem desestabilizarem-se. Isso não é loucura, é mais certo do que dois e dois são quatro. Sistemas gostam de permanecer como estão, não gostam de mudar. Se mudarem, as chances de apresentarem problemas são enormes. Isso é mais antigo que a ITIL. Bem mais. No tempo dos mainframes, há 20 anos ou até mais, isso já era tratado como dogma sagrado: cuidado ao mexer, cuidado ao mudar qualquer coisa. Isso era tão ou mais crítico, pois o processamento era todo centralizado e todos os usuários dependiam do processamento central; se parasse um elemento no sistema central, paravam todos os usuários MESMO. Depois, com a microinformática, o processamento se distribuiu e em alguns casos o impacto de paradas ficou menos crítico. A ITIL, com o gerenciamento de mudanças, resgatou esta preocupação e tornou-a mais sistemática e processual. Em qualquer nível de ortodoxia que se deseje implantar o gerenciamento de mudanças da ITIL (referindo-se a seguir de forma mais ou menos literal as práticas sugeridas pela cartilha), alguns preceitos são básicos e são de fundamental importância. De forma geral, podemos afirmar que, em se tratando de controlar mudanças, temos que ter em mente os seguintes preceitos (não exclusivamente, mas principalmente estes): - Antes de mudar, avalie o que pode parar, o que pode ser impactado pela mudança e qual a possível consequência disso Os itens acima não são uma receita definitiva, mas com certeza qualquer mudança que os siga tem maior probabilidade de ser bem sucedida. Juliano Statdlober é diretor de Desenvolvimento e Tecnologia da Constat. Data: 07/09/09 http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=982
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